Congresso Nacional

A crise da renúncia de Jânio Quadros (1961)

A primeira metade da década de 1960 ficou marcada como um dos períodos mais tensos e conflituosos da história brasileira. A constituição de 1946 assegurava uma frágil democracia, marcada pela cassação de mandatos e legados negativos do Estado Novo, como a rígida polarização social e o descrédito das instituições. A eleição presidencial de 1960 representou bem o início desse complexo período histórico. Jânio Quadros, que havia sido governador de São Paulo, contando com ampla mobilização popular e apoio da União Democrática Nacional (UDN) - interessada em combater o trabalhismo do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e a sucessão do partido de Juscelino Kubistchek, o Partido Social Democrático (PSD) - elegeu-se em 3 de outubro do mesmo ano. 


Não foi necessário muito tempo para que sua frente colaboradora o abandonasse. Com a adoção de políticas doméstica e externa conflitantes, tomada de decisões controversas no campo social e notável falta de habilidade para lidar com os agentes políticos de seu tempo, a pressão sobre si aumentou consideravelmente. Assim, em 25 de agosto de 1961, o Presidente anunciou sua renúncia ao cargo, instaurando de vez uma crise no país. João Goulart - popularmente conhecido como Jango -, vice-presidente do Brasil e próximo na linha de sucessão do cargo mais importante da nação, está em missão na República Popular da China e seus opositores não desejam vê-lo vestido com a faixa presidencial. O sistema político nacional pode ser redefinido: será mantido o presidencialismo?  Jango poderá retornar ao território brasileiro? Como lidar com a animosidade social e política de nossos tempos? Respostas a essas perguntas e outras mais serão registradas para sempre na história dessas terras e cabe aos deputados do Congresso Nacional respondê-las.

Os Diretores

DOUGLAS CYRINO

Saudações, congressistas! Meu nome é Douglas, tenho 19 anos e não sei qual será a cor do meu cabelo no VIII MICC. Após viajar para Adis Abeba e Nova Iorque nos últimos anos, o secretariado dessa vez me enviará para Brasília com o objetivo de dirigir o incrível Congresso Nacional. Esforçarei-me para contribuir da melhor forma possível com a experiência de todos, podem contar comigo. Até 1961!

PEDRO GUERRA

Sejam bem-vindos ao MICC, senhores delegados! Meu nome é Pedro Guerra, tenho 20 anos e estudo Economia na PUC-Rio. Sou ex-alunos das duas unidades, e assim digo com propriedade que o MICC é o ambiente que mais agrega ao aluno, tanto na esfera acadêmica quanto na pessoal. O MICC será minha 30ª simulação, e como todo bom cidadão que já trabalhou por muito tempo preciso me aposentar. Então convido todos vocês a esse incrível Congresso Nacional, para que vocês façam parte do meu dirty thirty junto com esses 5 outros diretores sensacionais. Tenho certeza que vou me aposentar com chave de ouro! Até o MICC!

JOÃO MORAES

Fala galera! Meu nome é Moraes, tenho 19 anos, me formei no colégio militar e atualmente curso direito na UFRJ. Tenho um apreço enorme por história e adoro simular temas de política nacional. Espero poder passar um pouco dessa minha paixão pra vocês no MICC, vejo vocês lá!

LECA DUARTE

Oi gente! Eu sou a Leca, tenho 19 anos e estudo direito na UERJ. Meus interesses são peculiares, vocês não entenderiam... Sou fã de avatar e sucrilhos me deixa de bom humor. Estou muito animada para o MICC! Beijinhos e até logo!

GABRIEL FONTOURA

Olá! Me chamo Gabriel, mas também respondo pela alcunha de Gabs. Tenho 19 anos, curso Sociologia na UFF e gosto de frequentar casas de show de procedência duvidosa quando possível. No meu tempo livre, faço musiquinhas (https://soundcloud.com/longriverboys), leio e perco belíssimos feriados graças ao vício em modelos diplomáticos. Gosto muito do tema do comitê, e mais ainda da mesa desse fantástico parlamento. Espero vocês lá!!